sábado, 25 de junho de 2016

Influenciando Gerações

Influenciar gerações... este é o nosso objetivo 

Venha participar deste encontro de jovens que será uma benção!

Vamos receber as Igrejas :

Comunidade Ebenezer de São Caetano - Pr. Gerson e Fabiana, 
 Comunidade Ebenezer de Diadema 
Unidos em Cristo de São Caetano. 

 Venha adorar a Deus com esta moçada!

DIA 09 DE JUHO 

terça-feira, 10 de maio de 2016

Bate Papo Do Céu 01 - Sem Forma e Vazia

Cristãos malianos são atingidos com a quebra dos acordos de paz - Portas Abertas

 
Recentemente, houve um confronto entre manifestantes que protestavam contra as tropas francesas, na cidade de Kidal, que fica no norte do Mali. O motivo foi a prisão de supostos militantes islâmicos por soldados franceses. De acordo com informações do France24, uma pessoa morreu e seis ficaram feridas. Em notícia relacionada, há informações de que três soldados franceses também foram mortos quando o comboio foi atingido por uma mina terrestre. A agência de notícias Reuters disse que as autoridades malianas apreenderam um suspeito de participar do ataque contra um resort de praia, na Costa do Marfim, em março, que se acredita ter sido comandado pela Al-Qaeda, no Magrebe islâmico.
Todos esses acontecimentos mostram que a segurança no Mali é precária. "Enquanto a missão francesa apoiada pela ONU, no Mali, conseguiu recuperar territórios capturados por grupos jihadistas que operam na região, esses grupos continuam a ser uma ameaça para a paz e a estabilidade do país, além de comprometer as nações vizinhas", comenta um dos analistas de perseguição. Segundo ele, mesmo a cooperação entre os governos da região não tem sido suficiente para vencer a luta contra os grupos jihadistas. "Os cristãos locais também estão sendo atingidos e a situação é alarmante", afirma o analista.
A igreja no Mali vive sob crescente pressão. A situação do país não é boa e a perseguição religiosa tem aumentado depois que os extremistas islâmicos passaram a quebrar os acordos de paz feitos com o governo. O país ocupa a 44ª posição na atual Classificação da Perseguição Religiosa, onde 95% da população é muçulmana. O sul do país é um pouco mais tranquilo, enquanto que a região norte apresenta uma perseguição mais acentuada, por isso, muitos cristãos malianos fogem para lá na tentativa de salvarem suas vidas. Apesar de tantas dificuldades, a igreja continua crescendo. Interceda pelos nossos irmãos.
Fonte - Site Portas Abertas

sábado, 7 de maio de 2016

Iraque - Perseguição Religiosa

Iraque


Desde o início dos anos 90, a igreja iraquiana vem enfrentando forte perseguição em todas as áreas. Os recém-convertidos de origem islâmica passam ainda por outra perseguição, mais hostil e subliminar: a perseguição por parte de familiares. A situação com eles é particularmente tensa, pois muitos já foram expulsos de suas famílias e comunidades, ficando à mercê de perseguidores de grupos radicais. Apesar de não haver registros de prisões sem julgamentos, as mortes e torturas contra os cristãos prevalece no país.
Além disso, igrejas, mosteiros e residências cristãs são tomadas, destruídas e muitas vezes incendiadas, principalmente em Mosul e em áreas da planície de Nínive.
Grandes áreas do território povoado do Iraque continua sob o controle do Estado Islâmico. Esta situação não deverá mudar no curto prazo e é suscetível de conduzir a uma nova onda de migrantes - incluindo cristãos - deixando o país.
Apesar de alguns avanços no Norte do país por parte das forças iraquianas e curdas, com a ajuda do Irã e da coalizão liderada por países ocidentais, grandes partes do território do Iraque, que são povoadas, continuam sob o controle de radicais islâmicos, principalmente do Estado Islâmico e do Al-Qaeda. De acordo com jornais locais "o poder de milícias xiitas é preocupante e há pouco progresso na retomada de confiança de sunitas insatisfeitos".
Há uma variedade de cenários possíveis para o futuro. Um deles é que esse quadro continue avançando e ganhando poder, o que traria consequências regionais mais graves, principalmente contra o cristão. Além disso, a divisão cada vez mais forte entre muçulmanos sunitas e xiitas combinados com altos níveis de violência, pode acarretar no esmagamento de grupos minoritários.
Este cenário se agrava com o aumento da desconfiança entre os diferentes grupos religiosos e étnicos. Os níveis mais baixos de tolerância combinada com a contínua presença ou o crescimento do Estado Islâmico terá consequências nefastas para as minorias religiosas, incluindo os cristãos. 
Outro cenário possível é que o Al-Qaeda intensifique os seus esforços para mostrar que estão seguindo os códigos islâmicos rigorosos e estão lutando contra os hereges e infiéis. Apesar de ser um grupo dissidente do Al-Qaeda, o Estado Islâmico se afastou muito do que é considerado aceitável em nível de violência e outras táticas utilizadas em guerra. Esta situação também irá aumentar os riscos para os cristãos.
Um terceiro, mas positivo cenário, apresenta a possibilidade dos diferentes grupos étnicos e religiosos no Iraque se unirem contra o radicalismo islâmico. Isso pode trazer mais estabilidade ao país. 
Fonte : Site portas Abertas

quinta-feira, 28 de abril de 2016

O caminho da Renúncia


Por Pr. Alexandre Farias 

O apóstolo Paulo ganhou muitas almas, mas foi preso, espancado, perseguido e precisava trabalhar para se manter. Seu ministério, hoje em dia, seria considerado próspero?
De uns tempos para cá, a vocação pastoral tem se transformado em mais uma opção profissional.

Foi-se o tempo em que as escolas teológicas atraíam gente disposta a abraçar um ministério que significava desprendimento, sacrifício e, não raro, a renúncia a uma série de outras oportunidades. Hoje, boa parte dos calouros dos seminários está mais interessada em tornar-se uma espécie de empresário do sagrado.

A cada dia, a visão marqueteira e a busca do lucro já estão influenciando até mesmo no chamado pastoral. A preocupação com a manutenção da “igreja-empresa” tem sido levada em conta até na escolha dos novos candidatos ao ministério.

Qualidades como carisma pessoal, dinamismo, capacidade gerencial, eloqüência verbal e iniciativa estão sendo mais valorizadas na escolha da mão-de-obra pastoral do que humildade, espiritualidade e temor a Deus. Tal motivação já atingiu até mesmo líderes e pastores que estão na caminhada do Evangelho há muitos e muitos anos.

O que deveria ser examinado é o exemplo de vida, o testemunho e a unção, mas o que estamos presenciando é a elevação de homens ao púlpito pelas suas habilidades que trarão lucro aos caixas sagrados. A adesão missionária ao serviço do Senhor tem sido substituída por outro tipo de acordo – um pacto de conveniências, uma espécie de contrato de trabalho que pode durar a vida inteira ou alguns poucos meses.

O sujeito permanece ali enquanto conseguir manter sua cota de arrecadação. Se o planejamento econômico não for cumprido, nada feito. Dentro desta visão, o futuro pastor precisa se preocupar em render mais no material do que no espiritual.

O candidato ao cargo de ministro da Palavra é privado de pensar, questionar ou dar opiniões, já que o líder supremo da instituição é considerado perfeito, à semelhança do mito da infalibilidade papal. Este modo de agir está sendo adotado em diversos círculos evangélicos e se estende a todos que estiverem sob sua influência.

Se o membro um dia quiser chegar a pastor, bispo, apóstolo, arcanjo, serafim ou semideus, só tem um caminho: obedecer sem questionar. O direito de opinar ou pensar está fora da revelação divina recebida pelo dono da igreja. Ao membro, só resta a aceitação. Nada de explicações sobre os métodos empregados ou sobre o que se fala do púlpito. Muito menos transparência financeira e administrativa.

Já imaginou se o apóstolo Pedro, caso vivesse hoje, fosse candidato ao ministério? Provavelmente, teria sido imediatamente excluído por ter traído o seu pastor, sem direito a defesa ou a uma segunda chance. E jamais ouviria de seu líder: “Tu me amas? Então, apascenta as minhas ovelhas”.

E Paulo?
Será que seu ministério, hoje, seria considerado próspero? Ele ganhou muitas almas, mas não levou vida confortável. Foi preso, espancado, perseguido. E ainda por cima tinha de trabalhar para se manter, pois não queria ser um peso para os irmãos.

Quantos evangelistas do nosso tempo têm tal desprendimento? É claro que muitos e muitos ministérios contemporâneos têm como único objetivo proclamar o Reino de Deus e fazer a vontade do Pai, anunciando o Evangelho com honestidade e fazendo discípulos. Existem igrejas que investem nos seus futuros obreiros pensando apenas nas almas que serão salvas e libertas do pecado, pois o plano do Senhor sempre foi a salvação do homem.

Diz a Palavra: “Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor, entre o alpendre e o altar, e digam: ‘Poupa a teu povo, ó Senhor, e não entregues a tua herança ao opróbrio, para que os gentios o dominem; porque diriam entre os povos: onde está o seu Deus?’”

Graças a Deus, ainda sobram os remanescentes, aqueles que buscam a verdade, o perfeito e simples Evangelho de Cristo, sempre tendo a esperança maior no Senhor e dizendo como o profeta Habacuque: “Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação”.

Se no mundo existisse apenas um pecador, ainda assim Jesus teria deixado a sua glória e morreria por apenas aquela alma. Mas nós, servos e ministros do Senhor, estamos dispostos a deixar tudo para alcançar uma única vida?

Este artigo saiu na revista Eclésia do mês de Março de 2005.


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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Deserto – Sinônimo de Morte?

Deserto é um lugar seco, com poucas condições de vida, pouco habitado, mas até no deserto encontramos esperança.

Quantos desertos existem na vida do ser humano?

Muitos.

O deserto da enfermidade, da solidão, do esquecimento, da tribulação, da falta de oportunidade, da rejeição e muitos outros.

Mas será que o deserto é sinônimo de morte? De desilusão?

O deserto também possui um lugar de esperança e que proporciona uma chance de vida – Lá você pode encontrar o Oásis!

Muitas vezes somos levados ao deserto para encontrarmos água que nos revigora a fé e nos restaure a esperança.

Oásis é um lugar que acomoda uma nascente de água. Um lugar onde mata a sede!

Você tem sede de que?

De esperança? De consolo? De carinho? De relacionamento? De vida?

Deus tem um Oásis em seu deserto!

Há uma esperança pra você que está passando por um deserto!

Não desista, não pare de crer!

Você não vai morrer!
Você não vai morrer!

Jesus é a agua viva que você precisa. O grande problema é como você tem lidado com ele.

Você só o reconhece como profeta?
Como um homem iluminado?
Como um personagem qualquer da historia?

Reconheça Jesus como um Oásis que possui água viva que mata a sede!

Jesus disse a uma mulher samaritana:  Se tivesse conhecido o dom de Deus e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe terias pedido e ele te haveria dado água viva."

Jesus também disse que se alguém tem sede, que venha até ele e beba
( João 7v.31).

O que Jesus tem representado pra você?

Eu aprendi que Jesus é o Oásis para uma vida em abundância, um lugar seguro em meio ao deserto, uma fortaleza em meio à guerra, a sombra que encobre a nossa vida em meio à perseguição.

Jesus é o lugar onde encontramos a verdadeira água para prosseguirmos no deserto da vida.

Não esqueça – Beba desta água e não morra no deserto.

Deus abençoe.

Pr. Alexandre Farias


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domingo, 24 de janeiro de 2016

Nova programação em fevereiro

Ola pessoal,

O nosso blog volta com força total !

Em breve teremos artigos, estudos, o bate papo do céu e muito mais.

Não esqueça...esta chegando a nossa rádio !!!!!

Então fique com a nossa programação a partir de fevereiro .

Vem novidade por ai !!!!!

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Uma Boa Notícia - Primeiro-ministro do Nepal promete liberdade religiosa

Koirala fez sua promessa no início de outubro para uma plateia de muçulmanos, que compõem cerca de 4 por cento dos 26 milhões de pessoas do Nepal. Os hindus respondem por 80 por cento, e os cristãos, cerca de 1 por cento.


Apesar das garantias do primeiro-ministro, a Constituição proposta também contém uma disposição que proíbe tentativas de persuadir alguém a deixar uma religião para outra. Leis anti-conversão similares são aplicadas em diversos estados na vizinha Índia, onde elas são frequentemente usadas como base para reclamações contra os cultos de cristãos e muçulmanos.



quarta-feira, 12 de setembro de 2012

PODCAST - BATE PAPO DO CÉU

Olá Pessoal, quero inaugurar o meu PodCast Bate Papo do Céu com um tema que vai fazer você pensar sobre muitos assuntos relacionados a sua vida espiritual, os acontecimentos dentro da Igreja e por ai vai.....

Em breve vou começar a gravaroutro Podcast chamado Abrindo a Visão - Este será sobre apologética cristã, seitas e heresias e assuntos relacionados as heresias que estamos tendo também dentro no meio evangélico.

Espero que você goste

Podcast 02 - Pescador de Homens Divulgue este PODCAST Deus abençoe

sexta-feira, 7 de maio de 2010

A CRIANÇA E A IGREJA – Por Pr. Alexandre Farias


Artigo escrito e publicado para revista Saber e Fé

As crianças são o futuro da igreja". "Um dia, as crianças estarão em nosso lugar."
"Diácono, domine essas crianças, pois elas estão atrapalhando o bom andamento do culto. Vamos ter uma programação para a família, mas as crianças não poderão participar". Quem nunca escutou nas igrejas declarações semelhantes a essas sobre as crianças?
Algumas dessas frases poderiam ser engraçadas se não expressassem como a igreja tem tratado mal os nossos pequeninos. Queremos levar nossos leitores a refletir sobre o relacionamento das crianças com a igreja, sobre como Jesus se relacionou com os pequeninos e de que maneira a igreja vê as crianças.

Quando algumas crianças foram ao encontro do Mestre para que ele as tocasse, os discípulos as repreenderam, evitando sua aproximação. Essa mesma atitude é percebida nas ações de alguns diáconos e líderes de nossas igrejas nos dias de hoje.
Jesus nunca pediu para que as crianças fossem retiradas do local de suas mensagens. Pelo contrário, quando viu a atitude dos discípulos, repreendeu-os e ficou indignado, pedindo para que deixassem as crianças ter livre acesso a ele: "Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus" (Lc 18.16).

O Mestre sabia que impedir as crianças de ter acesso a ele seria o mesmo que ignorar a importância delas para o reino de Deus. Imagine o leitor: ser membro de uma igreja e não poder se aproximar do pastor para uma conversa!

Qual é a criança que ama alguém que a despreza?
Como uma criança sentirá prazer em ir a um lugar onde é excluída? Será que esta pergunta não deveria ser feita para alguns ministérios evangélicos?

Pode parecer contraditório, mas quando algumas igrejas promovem as nomeadas "programações da família", os pais recebem orientação para deixar seus filhos em casa com a avó, com a vizinha ou com uma irmã, para que a programação saia como planejada, da melhor forma possível.

Perguntamos: "Será que tais programações são realmente direcionadas à família?".

Os filhos fazem parte da família. São "personagens" principais e não coadjuvantes. São bênçãos e não maldição. Devem estar sempre presentes nas programações para que saibam que têm lugar na família de Deus, que é a igreja. Não entendemos que as crianças devem fazer parte de todas as programações, mas que deveriam participar de algum tipo de atividade na maioria delas.

Se a igreja promover uma programação específica para casais, por exemplo, é recomendável que procure a ajuda dos professores do ministério infantil para elaborar algo voltado para os filhos dos casais participantes.

Existem igrejas que possuem estrutura predial ampla e adequada para o oferecimento de trabalhos com as crianças, mas, infelizmente, não têm o objetivo de evangelizá-las.

Certa vez, perguntaram-me porque as crianças são tratadas dessa forma. Não demorei a responder: "Existem igrejas que não têm programações para as crianças porque elas não são dizimistas ou empresárias e não podem participar de algumas campanhas ‘desafiadoras’".

Os líderes dessas igrejas não têm interesse em promover programações para quem apenas dá "prejuízo" aos caixas eclesiásticos.

Reconhecemos que muitas igrejas investem nas crianças, fazem evangelização em escolas, nas creches e nas ruas, demonstrando o verdadeiro amor que Jesus tem para com os pequeninos. Preparam os seus professores e investem em cursos especializados para a evangelização das crianças. Entretanto, essa iniciativa é rara.

Os pastores e líderes de ministério precisam entender que "a criança é a igreja de hoje e não do futuro". Se pensássemos desta maneira, muitos problemas não existiriam em muitos ministérios.

A criança também tem a necessidade de reconhecer o seu pecado, de se arrepender e de aprender que Deus a ama de tal maneira que quer ter um relacionamento com ela. Quanto mais cedo o ser humano aprender que Deus o ama, mais seu relacionamento será alicerçado na Palavra que salva, edifica e promove a libertação do pecado.

Quando se fala em evangelização infantil, não podemos deixar de lembrar que a criança deve ser evangelizada na sua própria linguagem, pois elas aprendem com mais facilidade quando visualizam e ouvem. É necessário que as igrejas invistam nas crianças da mesma maneira que fazem com os "cafés para empresários".

Para algumas igrejas, comprar livros bíblicos com historinhas ilustradas, flanelógrafos, fantoches e brinquedos para a "brinquedoteca", entre muitas outras coisas, é encarado como um investimento caro e, principalmente, não compensatório.

Investir na criança pode gerar salvação. Se observarmos o índice de adultos que aprendeu a Palavra de Deus na infância, concluiremos que "ensinar a criança no caminho em que deve andar para que ela não se desvie dele quando envelhecer" é uma grande verdade (Pv 22.6).

Quando Jesus demonstrou as qualidades dos moradores do céu, não citou as qualidades dos sacerdotes, dos catedráticos nas Escrituras, dos levitas ou dos apóstolos, mas apresentou as características de uma criança: "Naquela mesma hora chegaram os discípulos ao pé de Jesus, dizendo: Quem é o maior no reino dos céus? E Jesus, chamando um menino, o pôs no meio deles, e disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus" (Mt 18 1-3).

As características que Jesus mostrou para aqueles que perguntaram quem é o maior no reino dos céus são bem diferentes daquelas observadas nos dias de hoje. Às vezes, queremos ser como o pregador "A", como o conferencista "B", como o profeta "C" ou como o apóstolo "D", mas nunca queremos ser como uma criança.
A humildade é a característica fundamental do morador do céu: "Portanto, aquele que se tornar humilde como este menino, esse é o maior no reino dos céus" (Mt 18.4).

Será que temos humildade para entender que devemos ser como uma criança? E que as crianças são importantes para o reino de Deus?

O tropeço na vida espiritual das crianças se torna mais fácil quando elas percebem que os seus pastores não reconhecem a sua importância. Receber as crianças é o mesmo que receber o próprio Jesus (Mt 18.5).
O Senhor disse que aquele que fizesse um dos pequeninos tropeçar, seria melhor que lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho e se submergisse na profundeza do mar (Mt 18.6). E ainda acrescentou: "Vede, não desprezeis algum destes pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêem a face de meu Pai que está nos céus" (Mt 18.10).

Os principais sacerdotes se enfureceram quando os pequeninos reconheceram quem era Cristo e o adoraram: "Vendo, então, os principais dos sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia, e os meninos clamando no templo: Hosana ao Filho de Davi, indignaram-se" (Mt 21.15). Jesus não hesitou em respondê-los: "Sim; nunca lestes: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?" (Mt 21.16).

Se Jesus reconheceu a importância dos pequenos adoradores. Se Jesus nunca os afastou de seu ministério. Se Jesus deu o devido valor às criancinhas, a ponto de usar suas características para dizer quem morará no céu. Se Jesus repreendeu os discípulos quando quiseram se opor às crianças. Então, quem somos nós para impedir que as crianças tenham livre acesso ao Salvador?

Quem somos nós para impedir a participação das crianças nas programações da igreja?

Quem somos nós para não dar o valor que Jesus deu às crianças?

Seria mais prudente fechar as portas da igreja do que manter este tipo de atitude, que não condiz com as características do verdadeiro Corpo de Cristo.

Deixemos que as crianças venham até Jesus, porque delas é o reino de Deus.
A Comunidade Tempo de Viver tem o prazer de receber as crianças em seus cultos. Elas devem se sentir bem dentro da igreja, em nossa companhia.
Elas também fazem parte do corpo de Cristo.